22 de janeiro de 2012
#Guerrilha Barbie Careca
31 de outubro de 2011
A tarde dos Blogayros
20 de outubro de 2011
O Marketing de Guerrilha no Brasil
13 de outubro de 2011
Casa Fora do Eixo - SP
19 de setembro de 2011
TEDXPelourinho: Simplesmente Incrível
31 de maio de 2011
#FalaProfissa Mídia X Marketing de Guerrilha
Muitos estudantes de comunicação, logo que entram na universidade, ainda se perguntam sobre uma clássica dúvida: “qual a diferença entre Mídia e Marketing de Guerrilha?”. E realmente, a linha entre os dois conceitos é muito tênue. O pressuposto principal para a estratégia ser uma Mídia é, em primeiro lugar, fazer parte da ferramenta de propaganda. Já o Marketing de Guerrilha faz parte, na maioria das vezes, da ferramenta de promoção de vendas. Enquanto propaganda, a mídia pressupõe a existência de um veículo de comunicação – empresa que intermedia a veiculação em um meio de comunicação – e ainda contempla a possibilidade de veiculação de qualquer anunciante, salvo raras exceções. Sob outra ótica, a discussão acerca do Marketing de Guerrilha envolve a ferramenta promocional pela sua característica inusitada, inovadora, diferente de tudo o que já foi realizado anteriormente. Enquanto a Mídia sugere grandes montantes de investimento, o Marketing de Guerrilha requer pouquíssimos investimentos por ação, o que possibilita que pequenos anunciantes possam adotá-lo para divulgação dos seus serviços, produtos e marcas. E de forma completamente diferenciada de seus concorrentes!
Não desmerecendo a veiculação na Mídia, o Marketing de Guerrilha é uma estratégia importantíssima para os anunciantes que desejam se aproximar dos seus consumidores finais. A Mídia, por mais diferenciada que seja, muitas vezes se torna invasiva – mídia em sanitários (painéis internos nas cabines e até em papel higiênico, no caso da Alemanha), mídia em academias, mala-direta, e-mail marketing, dentre outras. Muitas vezes, o consumidor deseja o mínimo de “privacidade”, sem interferência de marcas que ostentam a propaganda de maneira invasiva.
No caso das ações promocionais, em especial o Marketing de Guerrilha, o consumidor estabelece contato com a maneira de forma mais subliminar, sendo envolvido por um momento inusitado, que desperta curiosidade.
As duas estratégias se completam. O interessante é poder trabalhá-las de maneira conjunta, como nesta ação , embasada na mídia cinema, mas mantendo o caráter inusitado e diferenciado, elaborada pela agência Eurofort Ogilvy para o anunciante Wall Street Institute.
Milene Moura é especialista em Mídia e Marketing, professora do curso de Publicidade e Propaganda da Unifacs, pós graduada pela ESPM em Marketing de Serviços e atua há 13 anos no mercado soteropolitano.
17 de maio de 2011
Site feito no twitter
Kamchatka Site Demo from Kamchatka on Vimeo.
6 de abril de 2011
CampiDigital Salvador

29 de março de 2011
Mídia Social não é moda passageira.
25 de março de 2011
24 de fevereiro de 2011
2ª Edição - Bate papo sobre E-commerce

Confira a Programação:
18h30 Boas vindas com Geisa Santos
18h40 "Compra coletiva: possibilidades e oportunidades" - Danila Dourado
19h10 Pausa
19h20 "Case de Sucesso - OfertasClube.com.br" - Cláudio Urpia
19h50 Coffee
20h20 Grupos de Bate Papo
21h30 Hora de dar tchau
17 de janeiro de 2011
TOP OF MIND - Os 100 mais criativos.

O Acervo Publicitário listou os 100 perfis do twitter que todo publicitário/designer deve seguir. E olha quem está lá no meio deles: A @FrenteGuerrilha!! \o/
É isso aí, galera! Publicitário/Designer/Simpatizante, enfim, todo mundo que busca novidades sobre comunicação, artes visuais e, principalmente, Marketing de Guerrilha, a Frente vai continuar twittando muita notícia interessante sobre os temas.
Sigam-nos os bons!!!
1 de setembro de 2010
QUER SER VISTO?

Hoje, em Salvador, me deparei com uma placa de outdoor que perguntava: Você quer ser visto?
Isso foi lido por mim e, como publicitário guerrilheiro que sou, essa pergunta entrou em minha mente quase como uma grande questão midiática da vida humana desde a época da Pangea. Não parei de pensar nisso durante todo o dia; tanto que agora, horas depois estou aqui escrevendo este texto para expor minha conclusão. Se vocês concordam ou não, é só comentar aqui em baixo.
Claro que não! Não vou investir de R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00 – custo de 1 (uma) placa de outdoor (entre impressão e veiculação) - apenas para ser visto. Nem vou comentar aqui sobre os valores da mídia em TV, tá? Eu, sendo cliente, quero ser falado. Mais que isso! Quero ser lembrado. Quero ouvir as pessoas dizerem “Olha! Foi aquela marca que fez aquela tal coisa...”, “Olha o que eles estão fazendo... Que legal!”. É aí que a guerrilha entra. Não quero ser visto. Quero que as pessoas saiam para me ver, me peguem... me sintam...
Com o valor desses outdoors comuns que estão aí em todo lugar e que são vistos (ou não) daria pra fazer muita coisa legal; mais perto do cliente, fazendo com que ele se lembre da minha marca mesmo depois de quinze dias (tempo médio de veiculação de um outdoor).
21 de julho de 2010
POR QUE GUERRILHA DÁ RESULTADO?

O uso do marketing de guerrilha muitas vezes consegue ser mais eficiente que o uso de mídias convencionais, mas as pessoas insistem em querer comparar os resultados usando as mesmas métricas. Tá bom que no fundo todos nós somos um pouquinho tradicionalistas, querendo ter por perto o que já conhecemos ou o que já é confortável em nossas vidas, mas esse sentimento conflita com nossa curiosidade. Experimentar é bom, experimentar é conhecer e, consequentemente, poder escolher com mais segurança no futuro. Mas, vocês não imaginam como é difícil convencer um cliente a agregar a guerrilha ao seu planejamento de comunicação!
Geralmente, tenta-se equivocadamente adaptar uma métrica de outro meio de comunicação, como usar termos como “audiência”, “grp” ou “cpm” para medir guerrilha. Quando a publicidade na Internet surgiu, também houve essa tentativa, até convencionar-se as taxas de cliques e outras coisas mais específicas. Com a guerrilha não poderia ser diferente, ainda estamos na fase da evangelização do mercado, que ainda conhece pouco esse tipo de marketing e menos ainda suas formas de mensuração.
A guerrilha envolve diversos tipos de ferramentas, como marketing viral, performance, emboscada, intervenção urbana, etc etc etc, então o primeiro passo para analisar os resultados de uma guerrilha é saber que isso muda a depender do tipo de guerrilha realizado. Para uma guerrilha que usa um hot-site como apoio podemos analisar número de visitantes únicos, quantidade de conversão em vendas e buzz, mas em uma performance, por exemplo, o qualitativo conta muito mais. É difícil medir o impacto quando não há vouchers ou hot-sites de apoio, mas não é impossível. É característica da guerrillha fazer uma comunicação direcionada, para atender a um (ou mais) objetivo específico, então até em um ROI não podemos massificar uma fórmula correta.
Guerrilha dá resultado porque ela existe unicamente para gerar resultado. Não se faz guerrilha só por fazer ou só porque está na moda. A guerrilha assim como outras mídias convencionais existe para solucionar um problema, então não aceite fazer guerrilha para ser visto como inovador, mas sim para usar uma forma inovadora para solucionar seus objetivos de comunicação. Invista em marketing de guerrilha mas cobre de sua agência resultados.
12 de julho de 2010
NEURO(A)MARKETING
Saber (às vezes) o que se passa na mente das pessoas é o desejo da maioria das pessoas. Tem gente que pode preferir não saber... vá saber! Só sei que, para quem trabalha com marketing, essa “quase regra” é um sonho que poderia evitar um monte de problema. Para parte dos mais conservadores, isso seria anti-ético.
O neuromarketing surgiu na década de 90 e pode-se dizer que ainda dá seus primeiros passos, mas tem tudo para ser umas das grandes revoluções do nosso mercado, já que nesse tipo de “pesquisa”, os dados serão mais confiáveis do que as estatísticas tradicionais.
Neuromarketing é a utilização da neurociência para fins comerciais. É estudar as reações das pessoas quando instigadas por imagens, vídeos, cores e cheiros. Tudo isso analisado através de aparelhos de ressonância magnética que, por sinal, estão ficando cada vez mais avançadas.
O catchup da Heinz investiu neste tipo de pesquisa e vendeu mais de 10 milhões de frascos em 07 meses ao mudar para verde a cor da embalagem. Outras empresas como a Procter & Gamble, Coca-Cola e McDonald’s também já anunciaram investimentos milionários nesta área.
A promessa é grande e também será grande a quantidade de informações que surgirão da análise do cérebro das pessoas. Basta saber o que faremos com toda essa informação... mas isso aí já é assunto para um próximo post. Vocês não vão saber o que eu tô pensando agora não... rs
28 de abril de 2010
REDES SOCIAIS - GESTÃO DE IMAGEM E REPUTAÇÃO ONLINE

Na sexta-feira (23) a @_trespontos promoveu mais uma palestra do seu ciclo Comunicação Digital e Mobilidade. Sob o tema Redes Sociais - Gestão de imagem e Reputação Online o facilitador Pedro Cordier fomentou várias discussões sobre como levar sua marca (empresa ou pessoal) para as redes sociais e ter uma resposta positiva. Sabe-se que a internet é um meio interativo e que diferente das mídias tradicionais, uma empresa online deve focar sua comunicação em cima de relacionamento, o que gera buzz, boca-a-boca e a partir daí uma boa reputação da marca na rede.
Não esquecendo que o relacionamento na internet é continuação do relacionamento pessoal, físico, por telefone e para algumas empresas é o início de um relacionamento (como as empresas virtuais principalmente), é necessário saber qual o objetivo da sua empresa na internet para a melhor medição de resultados e análises das ações. Sabendo também que a comunicação na internet é um trabalho contínuo e transformador.
As redes sociais e a comunicação na internet é ainda uma prática experimental, onde as empresas e os "internautas" estão descobrindo, sem fórmulas e sim, com análises e atenção a todos os sinais, como agir, o que gera resultado, o que se espera. E com a crescente geração de novidades virtuais, redes, comunidades, nichos de interesse, facilidade, há sempre um sentimento de expectativa em relação ao novo na rede. Uma velocidade que não dá para ser medida e sim, acompanhada bem de perto.
A TrêsPontos, Rede de Socialização do Conhecimento sempre oferece ciclos de palestras interessantíssimas. Confira.
15 de março de 2010
DIA (OFICIAL) DO CONSUMIDOR

Qualquer ruído nessa mensagem pode ser fatal para os objetivos duma empresa. O que fazer, então? Inovar o produto? Inovar a mensagem? Pedir um conselho a Kotler? Bom, antes de tudo, saiba exatamente quem é seu público. É bem verdade que as pesquisas do perfil do consumidor estão cada vez mais frequentes, mais detalhadas e mais atualizadas; não é por acaso. É a mesma coisa de tentar responder a questão anterior: não existem respostas certas nem erradas, existem escolhas adequadas; e não é lá muito inteligente tomar decisões sem informações suficientes.
Essas pesquisas, artigos, reportagens e postagens sobre Geração Y, vem para ratificar essa ideia. Temos que acompanhar a velocidade com a qual o consumidor muda. O consumidor quer basicamente ter suas necessidades satisfeitas, e se não for sua empresa, alguma outra pode ser o emissor que fala a mesma "língua" deste consumidor.
Inovar a comunicação é o que todos tentam fazer, pois para se destacar neste "oceano vermelho" só mesmo sendo criativo. Eu acredito que uma das chaves para se atingir o consumidor é investir no "canal". Vamos inovar a forma de transmitir esta mensagem! A ferramenta mais poderosa de comunicação é nosso cérebro, que se trabalhado, é capaz de criar conexões claras e objetivas do conceito de uma marca com a expectativa do público. Nesse ponto, a Guerrilha é uma solução que propõe uma degustação do conceito desde sua mensagem, até a forma como é recebida.
O importante é nunca esquecer de preservar e defender os direitos do consumidor, nunca ultrapassando os limites morais e éticos. Hoje é um dia para lembrar de quem deve estar em nosso foco diariamente.
10 de março de 2010
CUIDADO, CUIDADO POVO DE DEUS
A FRENTE não é a empresa que sabe tudo e nem queremos chegar a tal ponto, pois apesar de termos marketing de guerrilha até no nome, não paramos de nos informar, ler, pesquisar mais sobre o assunto. Sim (claro), uma obrigação que vem de uma inquietação comum a um guerrilheiro.
Galerinha! Fiquem espertos! Não chamem um eletricista para instalar uma máquina de lavar. Pode ser uma armadilha.
7 de janeiro de 2010
FELIZ DIA DO LEITOR

A tecnologia modernizou nossas plataformas de leitura, e agora estamos diante de muitas telas legendadas – televisão, celular, smart phone, computador, Kindle... opa, falei grego? Para quem não está ligado ainda no que é Kindle, trata-se de uma nova plataforma para leitura de livros virtuais, que é portátil e funciona com wireless.
Alguns celulares permitem a leitura de e-books no formato Java ou em .txt mas as folhas impressas cansam menos as vistas. Dizem que o brasileiro não lê muito, e é verdade. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pela Agência Brasil, revela que o brasileiro lê em média 1,3 livro por ano. Nisso a internet traz uma boa compensação, a gente lê muito mais e-mails, artigos, reportagens e outras coisas online. Já comentamos aqui no blog sobre uma comunidade de amantes da leitura, o Skoob, assim como existe O Livreiro e tantos outros espaços para incentivar esse hábito saudável.
Você, leitor, parabéns por não fazer parte da estatística de brasileiros analfabetos. Segundo o PNAD, o índice de analfabetismo no Brasil é de 11,4%, ou seja, um a cada 10 brasileiros acima de 15 anos não sabe ler e escrever.

Confiram os livros que nossos guerrilheiros estão lendo neste momento:
Celine – Só para mulheres - Clarice Lispector
George – A Cauda Longa - Chris Anderson
Itana – 12 semanas para mudar uma vida - Augusto Cury
Nilton – Aos Meus Amigos - Maria Adelaide Amaral
Rafael - Estética Relacional - Nicolas Bourriaud
E você? O que está lendo? Vamos aumentar essa média para 1,3 livro por mês!
22 de setembro de 2009
MINI CURSO DE GUERRILHA





