9 de março de 2009

NÃO ENTREGAMOS PANFLETOS!

Panfletos, folders... tanto faz o nome! O cliente geralmente imprime 1 milhão desses informativos e empurra pra dois primos - que devem ganhar uns R$20 por dia - distribuírem no ponto mais movimentado da cidade e dizer que está fazendo o marketing da empresa. Ora, ora, ora... Isso é gastar dinheiro à toa!
Lembro de algumas aulas de Mídia, onde apredemos a otimizar a verba do cliente, escolhendo os meios e veículos onde a gente aaaaaaaaaaaaaacha que o público-alvo está. Segundo o Wikipédia, "um folheto, ou panfleto é um meio de divulgação de uma idéia ou marca, feito de papel e de fácil manuseabilidade. Por seu baixo custo é muito utilizado para atingir grandes públicos em pouco tempo." Mas, até onde esse baixo custo vale a pena? É tão triste ver depois a marca do cliente toda embolada... rasgada...abandonada em qualquer canto... não é!? Eu, como publicitário, fico pensando na trabalheira que deu pro designer fazer aquele material...
Para a guerrilha, esse tal de folder deve ser um mero coadjuvante. O que deve chamar a atenção é a mensagem que o público vai ver/ouvir sobre o produto ou serviço anunciado. A guerrilha torna "o folder" algo desejado para o público. O público interessado fará questão de pegar aquele panfleto e se informar mais sobre o que está sendo divulgado. É isso que a guerrilha faz! Atrai o público até você. Torna o pedaço de papel interessante, sendo ele a etapa final do processo de absorção da mensagem. Afinal, a idéia é chamar a atenção e não jogar papel no chão.

8 comentários:

Larissa Santiago disse...

esse é a grande diferença entre guerrilha e ação promocional!

Mr.Sandman disse...

gostaria de tornar no xiscando.com

parceiro

Felipe Muñoz disse...

Eu tenho uma visão um pouco radical quanto o sampling, acho que mesmo que seja uma forma "criativa" (fantasiado, dependurado, o que seja) de se entregar um material impresso, seja folder, flyer, panfleto... Não é um permissivo, esse caráter invasor do sampling trás vários bloqueios à mensagem, além de ser facilmente descartado.
Prefiro esforçar um pouquinho mais os neurônios e pensar em alguma coisa diferente. Lembro que teve uma ação bacana, não lembro onde, acho que em Sampa, pra variar, em que na época da Chuva eles criaram um "Guarda-chuva Carona", enquanto você pegava a carona, o guia, perguntava se queria informações sobre o produto, não me lembro qual. Isso é permissivo, isso é muito mais criativo, do que entregar um panfletinho, por mais bonitinho que ele seja...

Itaninha disse...

uau! o exemplo q Felipe falou ai eh extraordinário (dicionário = que foge do usual ou ao previsto; que não é ordinário; fora do comum; extra ).

vcs já repararam nas pessoas q desviam quando veem uma panfletagem, ou q nem sequer olham para o papel q pegaram?
de nada adianta um papel bonitinho se as pessoas não sentirem interesse na msg.

bjos

Rafic Ramos disse...

Rapaz... ótimo exemplo... gente eu fico abismado qdo vejo a galera com pacotes de panfletos e logo após dele o chão todo sujo... o povo que pega n sabe nem esperar uma lixeira, joga alí mesmo no chão... fora q qdo vc vai em um bar (ex: Rio Vermelho) sua mesa fica lotada de papel... os carros todos cheios e se muito o que se aproveita dessa panfletagem é 0,5%... vamos repensar... vamos guerrilhar....

Parabéns Geo

Felipe Muñoz disse...

Sugestão pra o próximo post: Nós não sacudimos bandeira!

Gostaria de ver vocês escreverem sobre isso.

george araújo disse...

ok Mr.Sandman!
e Felipe: sugestão anotada, blz?


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Marcelo Mendonça disse...

eu piro com esses papéis e piro quando vejo o que fiz embolado, então não abro nem mais o vidro pra pegar. abração